quarta-feira, 13 de outubro de 2010
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
Moda
Na década de 70 o movimento Hippie foi absorvido pela mídia e passou a ser "mais uma tendência", nas batinhas indianas, tecidos florais ( a chita voltou com tudo ) e bijuterias falsamente artesanais. Usou-se muito "bocas-de-sino" e a "pata-de-elefante", que eram calças com as pernas muito largas, e o tropicalismo trouxe de volta as plataformas ( agora usadas por ambos os sexos ) e os turbantes e "balangandâs" de Carmen Miranda. Usaram-se combinações de cores bastantes insólidas, como o roxo com o laranja e o roxo com o verde.
Apartir de 1975, com a onda "Disco" e o surgimento das danceterias, que na época se chamavam discotecas, voltaram as sandálias de salto agulha (agora usadas com meias curtas e coloridas de Lurex ) e a saia "Evasê". Surgiu a "Frente-única" e o vestido de "látex". O cabelo Black Power era a sensação do momento.
Foi na década de 70, em Berlim, que surgiu o movimento Punk, que marcou profundo e decisivamente a moda, a música e o comportamento. Grande expoente deste movimento, a ex-cantora de ópera, Nina Hagen.
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| Nina Hagen |
Estilos - Anos 70
Na década de 70 a moda, por sua vez, continuou revolucionária com muita experimentação de materiais, cores, formas e texturas. A estética Hippie ganhou espaço com o psicodélico que atingiu o Mainstream (algo "que faz sucesso", " que está na moda", "que é popular", "vendável" e "comercial").
O período foi de revolução e marcou um salto no comportamento dos jovens, na música e na liberação sexual da mulher. Foi à época do Festival de Woodstock, do movimento Hippie, da onda disco, etc. A moda também deu um salto. Para os homens, que deixaram de ser formal e ganharam um toque colorido e psicodélico. Para as mulheres, passaram a ser românticas e despojadas: com cabelos desaliados, saias longas ou curtíssimas com inspiração indiana, batas e estampas florais ou multicoloridas. Além disso, o unissex entra na moda com suas bocas-de-sino e sapatos plataforma. Era a vez do Hippie Chic com as estampas multicoloridas de Pucci e os tecidos de estilo Cashmere das roupas indianas; a mini-saia [lançada na década de 60] ainda marcou presença no início dos anos 70. Também foi a época das meias de Lurex, do Poliéster e dos signos do Zodíaco.
Junto com a modernidade da época, sobreviveram em pleno auge super bandas de Hard Rock como Led Zeppelin e Black Sabbath.
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| Led Zeppelin |
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| Black Sabbath |
O Rock pesado vivia seu grande momento e por um lado a androginia o influenciava em sua forma de comportamento. Grandes figuras que escandalizaram a década de 70 foram Mick Jagger, Rod Stewart, e o ícone David Bowie, em seus tempos femininos.
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| Mick Jagger |
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| Rod Stewart |
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| David Bowie |
Peças e Tendências
• Estilo Hippie;
• Jeans e calcas militares usadas com enormes bocas-de-sino, tachinhas, bordados e muito brilho;
• Camurças com franjas;
• Estilo Safári;
• Colares de contas, miçangas, bijuterias étnicas;
• Saias e calcas de cintura baixa com cintos largos ou de penduricalhos;
• Estampas Florais;
• Roupas artesanais, materiais naturais e tinturas caseiras;
• Saias longas, estampadas, estilo cigata e muita interferência de brilhos e plumas nas roupas.
A maquiagem era essencial e feita especialmente para o público jovem. O foco estava nos olhos, sempre muito marcados. Os batons eram clarinhos ou mesmo brancos ou produtos preferidos de uso pratico e fácies de usar. As perucas também estavam na moda e nunca venderam tantas, mas baratas e em diversas tonalidades e modelos, elas eram produzidas com uma nova fibra sintética, o Kanekalon.
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
O papel da Mulher na Década de 70
O crescimento da participação feminina no mercado de trabalho brasileiro foi uma das mais marcantes transformações ocorridas no país desde od anos 70. várias são razões para explicar o ingresso acentuado das mulheres no mercado de trabalho a partir dos anos 70. A necessidade econômica, que se intensificou com a deterioração dos salários reais dos trabalhadores e que as obrigou a buscar uma complementação para a renda familiar é uma delas. Outras causas, portanto, também explicariam o novo comportamento feminino.
A elevação, nos anos 70, das expectativas de consumo, face à proliferação de novos produtos e a grande promoção que deles se fez, redefiniu o conceito de necessidades econômica, não só para as famílias das classes médias, mas também para as de renda mais baixa, entre as quais, embora a sobrevivência seja a questão crucial, passa a haver também um anseio de ampliar e diversificar a cesta de consumo. Trabalhar fora ajuda no orçamento doméstico, adquirem novas possibilidades de definição, que se expressam de maneiras diferentes em cada camada social, armas que só se viabilizam pela existência de emprego. Nos anos 70, a expansão da econômia, a crescente urbanização e o ritmo acelerado da industrialização configuram um momento de grande crescimento econômico, favorável à incorporação de novos trabalhadores, inclusive o sexo feminino. A sociedade brasileira passou, naquela década, por transformações de ordem econômica, social de demografia que repercutiam consideravelmente sobre o nível e a composição interna da força de trabalho. As taxas de crescimento econômico e os níveis de emprego aumentaram. O país consolidou sua industrialização, modernizou seus instrumentos produtivos e se tornou mais urbano, embora ao custo do aumento das desigualdades sociais e da concentração da renda.
Por outo lado, profundas transformações no padrões de comportamento e nos valores relativos ao papel social da mulher intensificada pelo impacto dos movimentos feministas e pela presença feminina cada vez mais atuante nos espaços públicos, facilitaram a oferta de trabalhadoras.
Os movimentos feministas surgiram na América Latina no momento das crises estruturais , e em consequência da multiplicidade de contradições da vida cotidiana. No Brasil, já no início dos anos 70, começaram a surgir grupos de mulheres que buscavam discutir a questão da condição feminina. Em 1975, ano "Internacional da Mulher", decretado pel ONU(Organização das Nações Unidas), dá um forte impulso á organização e aparecimento destes grupos.
A formação do movimento feminino pela anistia faz crescer a influência do movimento começam a se fazer comemorações do dia 8 de março, em várias capitais, e vários grupos feministas começaram a surgir no país. Paralelamente ao surgimento desses grupos desenvolve-se também a participação das mulheres nos diferentes movimentos sociais. A partir do ano 1979, começam a ser organizados encontos de mulheres, palestras, seminários e congressos, com objetivos de discutir o papel da mulher na sociedade e seus direitos.
A elevação, nos anos 70, das expectativas de consumo, face à proliferação de novos produtos e a grande promoção que deles se fez, redefiniu o conceito de necessidades econômica, não só para as famílias das classes médias, mas também para as de renda mais baixa, entre as quais, embora a sobrevivência seja a questão crucial, passa a haver também um anseio de ampliar e diversificar a cesta de consumo. Trabalhar fora ajuda no orçamento doméstico, adquirem novas possibilidades de definição, que se expressam de maneiras diferentes em cada camada social, armas que só se viabilizam pela existência de emprego. Nos anos 70, a expansão da econômia, a crescente urbanização e o ritmo acelerado da industrialização configuram um momento de grande crescimento econômico, favorável à incorporação de novos trabalhadores, inclusive o sexo feminino. A sociedade brasileira passou, naquela década, por transformações de ordem econômica, social de demografia que repercutiam consideravelmente sobre o nível e a composição interna da força de trabalho. As taxas de crescimento econômico e os níveis de emprego aumentaram. O país consolidou sua industrialização, modernizou seus instrumentos produtivos e se tornou mais urbano, embora ao custo do aumento das desigualdades sociais e da concentração da renda.
Por outo lado, profundas transformações no padrões de comportamento e nos valores relativos ao papel social da mulher intensificada pelo impacto dos movimentos feministas e pela presença feminina cada vez mais atuante nos espaços públicos, facilitaram a oferta de trabalhadoras.
Os movimentos feministas surgiram na América Latina no momento das crises estruturais , e em consequência da multiplicidade de contradições da vida cotidiana. No Brasil, já no início dos anos 70, começaram a surgir grupos de mulheres que buscavam discutir a questão da condição feminina. Em 1975, ano "Internacional da Mulher", decretado pel ONU(Organização das Nações Unidas), dá um forte impulso á organização e aparecimento destes grupos.
A formação do movimento feminino pela anistia faz crescer a influência do movimento começam a se fazer comemorações do dia 8 de março, em várias capitais, e vários grupos feministas começaram a surgir no país. Paralelamente ao surgimento desses grupos desenvolve-se também a participação das mulheres nos diferentes movimentos sociais. A partir do ano 1979, começam a ser organizados encontos de mulheres, palestras, seminários e congressos, com objetivos de discutir o papel da mulher na sociedade e seus direitos.
Política nos anos 70
O início dos anos 70 é marcado pelo chamado "milagre econômico" brasileiro. Com empréstimos e investimentos estrangeiros, a economia entra em um período de crescimento surpreendente, com a criação de empregos em massa e a manutenção da inflação sob controle. No campo político, porém, o país vive na passagem de década o clímax da intolerância, com censura à imprensa e atos violentos contra a oposição. O presidente Emílio Garrastazu Médici comanda uma política determinada a exterminar os grupos de esquerda, criando núcleos regionais de repressão vinculados ao Exército e abrigados sob a sigla DOI-CODI (Destacamento de Operações de Informações e Centro de Operações de defesa Interna). Entra em operação ainda a Oban (Operação Bandeirantes), organização paramilitar financiada por empresários e composta por integrantes das Forças Armadas, Política Federal e polícias Estaduais. Seus objetivos: a prisão, tortura e assassinato dos ativistas de esquerda.
Enquanto Carlos Alberto Torres, capitão da seleção levanta a Taça Jules Rimet no México, um outro capitão, Carlos Lamarca, monta guarda no Vale do Ribeira (São Paulo), para articular com jovens esquerdistas uma guerrilha contra o governo Médici e os militares. lamarca seria morto pela repressão em 1971.
Fases da Política
15 de Março de 1974 - O general Ernesto Geisel assume a presidência do Brasil.
(General Ernesto Geisel)
9 de Agosto de 1974 - Após o caso Watergate, Richard Nixon renuncia à presidência dos EUA.
(Richard Nixon, 37º Presidente dos Estados Unidos da América)
15 de Março de 1979 - O general João Baptista Figueiredo assume a presidência do Brasil.
(General João Baptista Figueiredo)
Na União Soviética, sob a gestão neo-stalinista de Brejnev, a economia caminhava progressivamente, o que permitiu tornar o exército vermelho o mais poderoso e influente no mundo, atemorizando os norte-americanos, que preferiram tomar o caminho da paz, nas gestões de Richard Nixon, Gerald Ford e Jimmy Carter.
Neste período, as corridas espacial e armamentista se encerraram, dando lugar a um progresso humanístico, que visava não o interesse individual das potências, mas sim da humanidade, o período da chamada humanidade progressista.
Em Angola e Moçambique instalaram, a seguir à independência, guerras civis (a guerra civil de Angola e a Guerra de desestabilização de Moçambique) com grande envolvimento de outros países, dentro do contexto da guerra fria. Ao mesmo tempo, intensificavam-se as lutas de libertação da Rodésia (que ascendeu à independência em 1980) e da Namíbia, que só se libertou da África Do Sul com a derrocada do regime do apartheid na África do Sul, em 1990.
Em vários estados democráticos - especialmente na Alemanha, na França e na Itália - mas também naqueles em que vigiam regimes ditatoriais - Espanha, Grécia, países do Cone Sul, os anos 1970 foram marcados e de direita, bem como pelo endurecimento do aparato repressivo estatal.
Termina a Guerra do Vietnam, com a derrota dos Estados Unidos da América e reunificação do país.
(militares na Guerra do Vietnã).
Enquanto Carlos Alberto Torres, capitão da seleção levanta a Taça Jules Rimet no México, um outro capitão, Carlos Lamarca, monta guarda no Vale do Ribeira (São Paulo), para articular com jovens esquerdistas uma guerrilha contra o governo Médici e os militares. lamarca seria morto pela repressão em 1971.
Fases da Política
15 de Março de 1974 - O general Ernesto Geisel assume a presidência do Brasil.
9 de Agosto de 1974 - Após o caso Watergate, Richard Nixon renuncia à presidência dos EUA.
15 de Março de 1979 - O general João Baptista Figueiredo assume a presidência do Brasil.
Na União Soviética, sob a gestão neo-stalinista de Brejnev, a economia caminhava progressivamente, o que permitiu tornar o exército vermelho o mais poderoso e influente no mundo, atemorizando os norte-americanos, que preferiram tomar o caminho da paz, nas gestões de Richard Nixon, Gerald Ford e Jimmy Carter.
Neste período, as corridas espacial e armamentista se encerraram, dando lugar a um progresso humanístico, que visava não o interesse individual das potências, mas sim da humanidade, o período da chamada humanidade progressista.
Em Angola e Moçambique instalaram, a seguir à independência, guerras civis (a guerra civil de Angola e a Guerra de desestabilização de Moçambique) com grande envolvimento de outros países, dentro do contexto da guerra fria. Ao mesmo tempo, intensificavam-se as lutas de libertação da Rodésia (que ascendeu à independência em 1980) e da Namíbia, que só se libertou da África Do Sul com a derrocada do regime do apartheid na África do Sul, em 1990.
Em vários estados democráticos - especialmente na Alemanha, na França e na Itália - mas também naqueles em que vigiam regimes ditatoriais - Espanha, Grécia, países do Cone Sul, os anos 1970 foram marcados e de direita, bem como pelo endurecimento do aparato repressivo estatal.
Termina a Guerra do Vietnam, com a derrota dos Estados Unidos da América e reunificação do país.
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
A influência cultural estrangeira da decada de 70 :
Na inglaterra Beatles e Rolling Stones exolodiam nas paradas fazendo um frenesi nos jovens do Reino Unido.
Uma década de muita movimentação política e da cração de diversos grupos e sindicatos ou agremições.A UNE (União Nacional dos estudantes ) é um exemplo de um movimento que surgiu nesta decada.Maio de 68 foi marco um dos movimentos da juventude mundial,e no Brasil também ouve os movimentos e passeatas contra todo o sistema contraditótio.
A roupa reflete as atitudes e os comportamentos de uma era e faz parte de um sistema que denominamos moda.As duas maiores influências sobre a moda comtemporânea vieram dos motociclistas,nos anos 1950, e dos punks,nos anos 1970,e têm como grande traço comum a sua visceralidade.
O punk é uma cultura de visão absolutamente cotempoânea e faz uma sintese tão bem densenhada dos grupos urbanos que permanece vivo até hoje e praticamente consegue se eternizar.É uma cultira totalmente aceita pela sociedade atual e possui uma estética muito bem resolvida,de forma que até mesmo um Tailleur Chanel acaba se adaptando à sua linguagem.Sua influência sobre a indumentária é tão extensa que,no momento em que estamos usando uma bota,jeans detonados,roupas e acessórios de metal,piercings,cabelos raspados ou espetados,estamos nos servindo do que é manifestamente oriundo da cultura punk.
Lá se vão quase 30 anos desde o inicio do movimento punk na Inglaterra,e desde que Vivienne Westwood capturou as tendências de comportamento dos jovens operarios ingleses desempregados e as materializou ,junto com Malcom McLaren,numa coleção que surpreendeu o mundo,se desenvolvendo nos anos seguintes.Rendeu à estilista o titulo de Rainha do Punk e ,coroando sua carreira ,única exposiçãoe moda na história do museu Victoria & Albert,em Londres,em 2004.
Os punks conseguiram de um modo inequivocamente feliz (com o perdão do trocadilho) colocar nas roupas a sua atitude em relação à grande tragédia urbana que vivemos.
O punk é denuncia do consumismo e reflete a falta de esperança dos jovens,o medo do futuro e a tragedia do planeta.Pode-se dizer que é de certa forma a contunuação da cultura hippie ,no que diz respeito à denuncia do consumismo.Mas para os hippies essa denúncia veio com alegria,esperança e romantismo,naquilo que ficou conhecido como"make love nor war".Ali se fazia amor e se usavam roupas leves,naturais,cloridas e floridas.
No punk "não há esperança,é o movimento".Eisso se traduz no abandono quase total das cores -ficaram p preto eo branco ,em modelos simples e classicos de corte tradicional,mas com rasgos intencionais e buracos planejados,num toque de degenerescência,decadência e mendicância que pode ser facilmete encontrado na grande maioria de roupas atuais.
Uma década de muita movimentação política e da cração de diversos grupos e sindicatos ou agremições.A UNE (União Nacional dos estudantes ) é um exemplo de um movimento que surgiu nesta decada.Maio de 68 foi marco um dos movimentos da juventude mundial,e no Brasil também ouve os movimentos e passeatas contra todo o sistema contraditótio.
A roupa reflete as atitudes e os comportamentos de uma era e faz parte de um sistema que denominamos moda.As duas maiores influências sobre a moda comtemporânea vieram dos motociclistas,nos anos 1950, e dos punks,nos anos 1970,e têm como grande traço comum a sua visceralidade.
O punk é uma cultura de visão absolutamente cotempoânea e faz uma sintese tão bem densenhada dos grupos urbanos que permanece vivo até hoje e praticamente consegue se eternizar.É uma cultira totalmente aceita pela sociedade atual e possui uma estética muito bem resolvida,de forma que até mesmo um Tailleur Chanel acaba se adaptando à sua linguagem.Sua influência sobre a indumentária é tão extensa que,no momento em que estamos usando uma bota,jeans detonados,roupas e acessórios de metal,piercings,cabelos raspados ou espetados,estamos nos servindo do que é manifestamente oriundo da cultura punk.
Lá se vão quase 30 anos desde o inicio do movimento punk na Inglaterra,e desde que Vivienne Westwood capturou as tendências de comportamento dos jovens operarios ingleses desempregados e as materializou ,junto com Malcom McLaren,numa coleção que surpreendeu o mundo,se desenvolvendo nos anos seguintes.Rendeu à estilista o titulo de Rainha do Punk e ,coroando sua carreira ,única exposiçãoe moda na história do museu Victoria & Albert,em Londres,em 2004.
Os punks conseguiram de um modo inequivocamente feliz (com o perdão do trocadilho) colocar nas roupas a sua atitude em relação à grande tragédia urbana que vivemos.
O punk é denuncia do consumismo e reflete a falta de esperança dos jovens,o medo do futuro e a tragedia do planeta.Pode-se dizer que é de certa forma a contunuação da cultura hippie ,no que diz respeito à denuncia do consumismo.Mas para os hippies essa denúncia veio com alegria,esperança e romantismo,naquilo que ficou conhecido como"make love nor war".Ali se fazia amor e se usavam roupas leves,naturais,cloridas e floridas.
No punk "não há esperança,é o movimento".Eisso se traduz no abandono quase total das cores -ficaram p preto eo branco ,em modelos simples e classicos de corte tradicional,mas com rasgos intencionais e buracos planejados,num toque de degenerescência,decadência e mendicância que pode ser facilmete encontrado na grande maioria de roupas atuais.
Economia dos anos 70
A década de 70 foi marcada pela ausência de combustíveis de 1973 a 1974,durante a crise do petróleo.
A economia mundial,e particularmente a dos EUA ,entra em recessão após a crise do petróleo quando a OPEP triplica o preço do barril do petróleo.
No Brasil,o "milagre econômico", no qual o país entra num período surpreendente ,com a criação de empregos em massa e a inflação sobre controle.
A economia mundial,e particularmente a dos EUA ,entra em recessão após a crise do petróleo quando a OPEP triplica o preço do barril do petróleo.
No Brasil,o "milagre econômico", no qual o país entra num período surpreendente ,com a criação de empregos em massa e a inflação sobre controle.
A economia mundial, e particularmente a dos Estados Unidos, entra em recessão após a crise do petróleo de 1973, quando a OPEP (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) triplica o preço do barril de petróleo. Tal fato ocorreu como retaliação dos países árabes, maioria dos constituintes da OPEP, aos Estados Unidos por estes terem apoiado Israel na Guerra do Yom Kippur, neste mesmo ano.
O Brasil, ainda sob impulso do milagre econômico, posterga os efeitos desta primeira crise do petróleo utilizando reservas cambiais e, em seguida, empréstimos internacionais para equilibrar sua deficitária balança comercial. Porém o milagre econômico começa a entrar em declínio.
Em 1979 uma nova crise do petróleo preocupa o Ocidente, desta vez motivada pela queda do Xá do Irã,Mohammad Reza Pahlavi, então aliado dos Estados Unidos. A queda do Xá permite a ascensão ao poder doAiatolá Komeini, líder muçulmano xiita e inimigo declarado de Israel. Mais uma vez, agora por pressão do Irã, o petróleo é usado como arma e tem seu preço duplicado em detrimento dos Estados Unidos, maior consumidor mundial e histórico aliado de Israel.
Na União Soviética, aproveitando-se da crise do petróleo, a economia chega ao seu auge, permitindo aos cidadãos, mesmo vivendo em um sistema socialista, um conforto material relativamente alto.
O Brasil sofrerá com muito mais intensidade os reflexos desta segunda crise do petróleo, tendo a inflação gradualmente acelerado seu ritmo de crescimento, por conta dos seguidos aumentos dos preços dos combustíveis no mercado interno. O milagre econômico então já acabara.
Papel da mulher ~
Entre os anos 60 e 70 a virgindade é um tema comum na imprensa durante esse período.Em fevereiro de 1963 a Revista ‘‘Claúdia’’ faz um pesquisa, junto com o IBOPE acerca da opnião masculina sobre as experiência sexuais femininas antes do casamento. Os resultados da pesquisa apontam que 70% dos homens entrevistados mantinham a opinião tabu de que a mulher só poderia ter experiência sexuais aos o casamento. As leitoras pediram, então uma pesquisa que consultasse o universo feminino. O IBOPE entrevistou 320 mulheres de classe média entre 19 e 35 anos no Estado da Guanabara e na capital de São Paulo. Em contrapartida, ‘‘Claúdia’’ endereçou a 300 de suas leitoras d eigual nível social e das mesmas localidades, um questionário idêntico ao do IBOPE, 215 leitoras responderam.
A maioria das mulheres, 38%, mantinha a noção de que só os homens deveriam ter experiências sexuais pré-conjugais. Mas o número era bem inferios ao contigente masculino de 70%. Ou seja, o questionário parece demonstrar uma mudança gradual no comportamento feminino.
O adjetivo “pura”, utilizado como metáfora para a virgindade, reproduz integralmente os valores morais impostos pela sociedade ao comportamento sexual feminino. A mulher não pode viver sua sexualidade antes do casamento sob pena de contaminar-se, tornar-se “impura”. A sexualidade, assim, adiquire a marca indelével da sujeira, do pecado.
O corpo feminino é algo, portanto, que não lhes pertence pois as mulheres são seres voltadas não para si mesmas, mas para o outro.
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
Projeto
Olá,nós somos alunos do Colégio Raphael Serravalle e fomos incubidos de fazer um blog sobre a época dos hippies,a década de 70.Nas próximas semanas vamos arquivar todo material sobre essa época.
Abordaremos fatos históricos como:a crise do petróleo no Estados Unidos,o crescimento econômico do Japão,os movimentos musicais do Rock and Roll, das discotecas, e também do experimentalismo na música erudita.
Não deixem de acompanhar o andamento do nosso projeto. Até a última postagem.
By:Andréia Vaz (8ªC)
Abordaremos fatos históricos como:a crise do petróleo no Estados Unidos,o crescimento econômico do Japão,os movimentos musicais do Rock and Roll, das discotecas, e também do experimentalismo na música erudita.
Não deixem de acompanhar o andamento do nosso projeto. Até a última postagem.
By:Andréia Vaz (8ªC)
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